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QUATRO PATINHAS

14/03/2018

10:52

Animais de estimação ganham status de membros da família

Mercado pet obteve um faturamento estimado em cerca de R$ 19 bilhões em 2017 e expansão de quase 7% em relação ao ano anterior.

Por Redação

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Mais que animais de estimação, os mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos presentes nos lares brasileiros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estão sendo cada vez mais vistos como “membros da família”. Essa mudança de comportamento ajuda a entender o sucesso do mercado pet, que obteve um faturamento estimado em cerca de R$ 19 bilhões em 2017 e expansão de quase 7% em relação ao ano anterior.

Eles sobem no sofá, têm suas próprias roupas e dormem no quarto. Às vezes, dividindo espaço na cama dos donos. Ou melhor, “pais”, que não poupam esforços na hora de garantir o bem-estar de seus pets. Esse investimento, que representa 0,38% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), se estende também ao momento no qual os bichinhos se vão.

“Se o dono forma um vínculo muito forte com esse animal de estimação, é natural que haja um sofrimento quando esse vínculo é quebrado por ocasião da morte, e essa pessoa queira dar uma despedida digna para seu amigo”, avalia a psicóloga do luto do Morada da Paz, Mariana Simonetti. É o que aconteceu com o publicitário Shellon Christian no dia em que a pit bull Duquesa faleceu. “Ela era um membro da família. Era como se fosse uma filha minha”, afirma Shellon, que mantém uma foto de Duquesa como imagem de capa do Facebook. O pet também está presente em outras imagens da rede social de Shellon.

“No dia em que ela faleceu, eu e minha esposa procuramos na internet e encontramos o Vila Pet. Eu não podia simplesmente enterrar ela em qualquer lugar ou deixar uma clínica decidir o que fazer com o corpo dela”, recorda o publicitário, que optou pela cremação. O Vila Pet, crematório para animais de estimação localizado na capital potiguar e administrado pelo Grupo Vila, tem a proposta de cuidar dos pets quando eles falecem. “Dor é algo que a gente não deve comparar”, ressalta Mariana Simonetti. “Quando o ser humano morre, esses rituais servem para ajudar a pessoa que ficou a passar por esse luto. É uma forma de se prestar uma homenagem ao ente querido. Com o animal de estimação acontece a mesma coisa”, completa a psicóloga.

“Você cuida deles uma vida inteira e eles retribuem cuidando de você. O mínimo que as pessoas podem fazer por seus pets é dar um enterro digno a eles”, diz Shellon, que foi presenteado pela esposa com duas cadelas da raça pit bull após o falecimento de Duquesa. “Sou louco por elas e, com certeza, quando elas vierem a falecer, irei utilizar o mesmo padrão de despedida que dei para Duquesa”, conclui.

Vila Pet (Foto: Divulgação)

Vila Pet (Foto: Divulgação)

 

Vila Pet – O Vila Pet foi desenvolvido a partir de pesquisas que constataram a crescente dificuldade enfrentada pelas pessoas no momento da perda de seus animais de estimação. O complexo do crematório Vila Pet conta com uma sala de velório especial para a família realizar a cerimônia de despedida. O forno apresenta tecnologia de ponta totalmente brasileira, com sistema inteligente de baixo consumo de gás, monitoramento contínuo dos gases e software exclusivo de gerenciamento da cremação.

A cremação pode ser feita individualmente ou de forma coletiva e dura de 20 a 120 minutos. Ao final, a família recebe um certificado ou a urna com as cinzas do animal de estimação em até dez dias. O Vila Pet disponibiliza ainda urnas especiais para o segmento.

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