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Cesta básica em Natal é a segunda mais barata das capitais

Dieese diz que preço ficou em R$ 332,21 em Natal. A mais cara é São Paulo por R$ 471,37

Por Redação

6 de dezembro de 2018 | 13:45

Imagem: EBC

O preço dos alimentos da cesta básica aumentou em 16 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese). No município de Natal, o custo do conjunto dos alimentos básicos subiu 0,70% em relação a outubro e totalizou R$ 332,21. Em comparação com as 18 capitais pesquisadas, a capital potiguar ocupou a segunda posição entre os menores preços, atrás apenas da capital baiana, Salvador.

No município de Natal, o custo do conjunto dos alimentos básicos subiu 0,70% em relação a outubro e totalizou R$ 332,21. Em comparação com as 18 capitais pesquisadas, a capital potiguar ocupou a segunda posição entre os menores preços, atrás apenas da capital baiana, Salvador. Em 12 meses, a variação foi de 1,22% e, nos 11 meses de 2018, de 0,31%.

Entre outubro e novembro de 2018, dez produtos tiveram alta: arroz agulhinha (4,74%), óleo de soja (3,24%), feijão carioquinha (2,39%), manteiga (1,97%), açúcar cristal (1,85%), pão francês (1,56%), banana (1,54%), tomate (1,07%), carne bovina de primeira (0,38%) e café em pó (0,34%). Dois produtos apresentaram redução: leite integral (-4,92%) e farinha de mandioca (-1,11%). Em 12 meses, sete itens acumularam aumentos: tomate (15,98%), leite integral (14,04%), pão francês (12,84%), arroz agulhinha (8,44%), carne bovina de primeira (1,70%), manteiga (1,04%) e óleo de soja (0,79%). Outros cinco produtos tiveram diminuição: banana (-25,00%), farinha de mandioca (-21,25%), açúcar cristal (-9,74), feijão carioquinha (-9,28%) e café em pó (-3,30%).

O trabalhador natalense cuja remuneração equivale ao salário mínimo precisou cumprir jornada de trabalho, em novembro, de 76 horas e 37 minutos e, em outubro, de 76 horas e 05 minutos. Em novembro de 2017, a jornada era de 77 horas e 04 minutos. Em novembro de 2018, o custo da cesta em Natal comprometeu 37,85% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em outubro, o percentual exigido era de 37,59% e, em novembro de 2017, de 38,07%.

Em 12 meses, os preços médios da cesta aumentaram em todas as cidades. As taxas oscilaram entre 1,22%, em Natal, e 15,50%, em Campo Grande. Em 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%). Houve queda em Vitória (-2,65%) e Salvador (-0,26%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87).

Durante o ano de 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%). De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. Já o leite integral teve queda de preços em 16 capitais.

Com base nesses valores, o Dieese estimou em R$ 3.959,98 o salário mínimo necessário para a uma família de quatro pessoas no mês de novembro, o equivalente a 4,15 vezes o mínimo atual, de R$ 954. Em outubro, o salário mínimo foi estimado em R$ 3.783,39. O tempo médio que um trabalhador levou para adquirir os produtos da cesta básica, em novembro, foi de 91 horas e 13 minutos. Em outubro de 2018, ficou em 88 horas e 30 minutos.

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