Cotidiano

Saúde

“Dependência” digital vira algo patológico

A expectativa é que o ano de 2018 seja marcado como o período de maior imersão

Por Redação

3 de janeiro de 2018 | 16:05

É fato. O mundo está cada vez mais conectado por meio de dados, automação, redes de comunicação e tecnologia. A profecia, que parecia longínqua, hoje existe em nosso cotidiano e ganha cada vez mais força. A expectativa é que o ano de 2018 seja marcado como o período de maior imersão, fator que converge para novos meios de negócios e oportunidades na área do marketing e tecnologias, mas que também é muito preocupante quando se trata da saúde, já que o uso excessivo de redes sociais provoca reações químicas que ocorrem no cérebro por causa da “dependência” digital.

De acordo com especialista em Marketing, Bruno Oliveira, a alta conectividade está pautando as indústrias. “O que podemos observar é que as propagandas estão cada vez mais direcionadas. E a tendência é que fique cada vez mais personalizada”, explica.

Outro ponto destacado por Bruno Oliveira é sobre as mudanças nas relações das empresas com seus clientes. “O mundo se abre para ‘invasão’ dos algoritmos e da inteligência artificial, ou seja, as máquinas serão capazes de dar respostas mais complexas aos usuários, levando em consideração uma pesquisa mais aprofundada, que cruza dados e apresenta soluções”, explica.

O uso constante da tecnologia altera – e desvirtua – a produção do hormônio cortisol em nosso cérebro. A psiquiatra Dra. Paula Borba conta que o uso excessivo das mídias sociais e a constante necessidade de checar os smartphones podem causar danos à saúde por gerar reações de estresse e ansiedade. “A exposição constante as redes sociais dispara a produção de cortisol diurno e este leva a estados de estresse, medos e depressão” Passa a ser um comportamento semelhante a um vício e a nos compelirmos checar várias vezes nossos smartphones.

O nosso corpo tem sido constantemente inundado por substâncias químicas que sinalizam a ansiedade, como são os casos do cortisol e da adrenalina. De acordo com a psiquiatra, essa obsessão está sendo lentamente fortalecida e ainda não atingiu todo seu potencial.

Como remédio para toda essa ansiedade gerada pelas redes sociais, a psiquiatra indica a reversão do processo. “As redes sociais são contraditórias, oferecem o bom e o ruim, a união e a solidão, portanto é preciso selecionar e disciplinar o uso, reaprendendo a focar e não mais se distrair. isso requer treino diário e precisa ocorrer gradativamente. Você vai precisar de um cronômetro para avisá-lo que já se passaram 15 minutos desde a última vez que seu smartphone foi checado. Vencida essa barreira, o limite deve ser aumentado para 20 minutos, e dai por diante até chegar a, pelo menos, 60 minutos isentos de qualquer comportamento  obsessivo ”.

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