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CNI

Estudo compara desempenho da indústria

Nessa primeira edição, o estudo revela uma queda de 0,24 ponto percentual entre 2005 e 2015

Por Portal da Indústria

12 de janeiro de 2018 | 14:03

O estudo Desempenho da Indústria no Mundo é a nova contribuição da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para o monitoramento do desempenho do setor no país e em plano comparado. O trabalho reúne dois índices: um sobre as participações do Brasil na produção e outro referente às exportações mundiais de produtos manufaturados. Juntos, eles mostrarão o nível de competitividade da indústria brasileira no mundo.

Nessa primeira edição, o estudo revela uma queda de 0,24 ponto percentual entre 2005 e 2015. Nesse período, esse índice recuou de 0,82% para 0,58%. Esse percentual manteve-se praticamente estável em 2014, quando era de 0,59%. A comparação é feita com os principais parceiros comerciais brasileiros: Estados Unidos, Argentina, China, Alemanha, México, Japão, França, Itália, Coreia do Sul, Países Baixos e Reino Unido.

O levantamento aponta que a perda de participação da indústria brasileira no valor adicionado mundial se intensificou em 2015, quando houve recuo de 2,39% para 2,08%, mas manteve-se praticamente estável em relação às exportações mundiais de produtos manufaturados no período. O movimento de queda no valor adicionado mundial continuou em 2016, ao atingir 1,84% (queda de 0,24 ponto percentual) ‒ a maior baixa na comparação com seus principais parceiros comerciais.

Desde o final dos anos de 1990, a participação brasileira no valor adicionado mundial de manufaturados mantém tendência de queda, embora esse ritmo tenha se acelerado a partir de 2014, o que é explicado pela crise econômica interna, que se tornou mais aguda em 2015 e 2016. Desde 1996, a participação brasileira já caiu 1,53 ponto percentual.

“Estamos perdendo espaço tanto na produção quanto nas exportações, dada a nossa dificuldade de competir. Em países como China, México e Coreia do Sul, a indústria tem sido o motor do crescimento”, afirmou o gerente-executivo da CNI, Flávio Castelo Branco, que defendeu reformas estruturais que promovam a competitividade brasileira.

HISTÓRICO – Os dois índices que formam o novo indicador são medidos desde 2016 pelos Indicadores de Competitividade da Indústria Brasileira, que calcula a Participação nas Exportações Mundiais de Manufaturados, a Participação no Valor Adicionado Mundial de Manufaturados, o Custo Unitário do Trabalho Efetivo em Dólar Real, a Taxa de Câmbio Efetiva Real e a Produtividade do Trabalho Efetivo. A CNI desmembrou esses índices em três indicadores: Desafios da Indústria no Mundo, lançado em outubro de 2017, Produtividade da Indústria e Produtividade do Trabalho, que serão divulgados em breve.

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