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Atentado no MPRN

27/03/2017

12:51

MPRN libera imagens das páginas da carta do atirador que ainda não tinham sido divulgadas

Nas páginas que vieram a público hoje, atirador fala em religião, na procedência da arma usada e concentra críticas ao procurador geral, Rinaldo Reis.

Por Redação

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As páginas que faltavam da carta de Guilherme Wanderley, servidor do MPRN que atentou contra três membros, incluindo o procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, revelam mais alguns dos motivos que ele achava ter para fazer “justiça” com as próprias mãos.

Guilherme recorre à religião para justificar o atentado e evoca o sentido de justiça para embasar seu pensamento e atitudes.

“O foco excessivo na Bíblia ou nos pretensos semeadores da palavra de  Deus, quando há má interpretação, serve apenas a um propósito: desencorajar os bons, enfraquecê-los”.

Em outro trecho do documento, ele cita jornadas abusivas, excesso de trabalho e sugere precariedade que atingiu sua qualidade de vida, antes arrematar: “Rezei muito e pedi a Deus e a Jesus Cristo para me apontar o caminho certo”

Noutra passagem, Guilherme diz que arma utilizada para o crime é ilegal, não registrada, “ilícita, bandida”, como ele ponderou.

Ao discorrer sobre a arma, defende que Rinaldo Reis deveria ser preso, “afastado da politicagem”. Depois emenda que ele precisa morrer.

Leia as páginas divulgadas hoje:

Página 6

Página 7

Página 8

Página 9

Página 10

Página 11

Página 12

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