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19/06/2017

15:20

Peça teatral de Thammy é cancelada por falta de público e acaba em briga com diretor

Diretor da peça acusa filho de Gretchen de ter ficado com o dinheiro do patrocínio

Por Redação

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Contamos aqui recentemente que Thammy Miranda estava prestes a estrear no teatro com a peça teatral “TRANS”, no qual ela vive um triângulo amoroso. Só que, poucos dias após a estreia, a produção chegou ao fim por falta de público. Pelo menos foi o que afirmou o diretor Carlos Verahnnay ao site Na Telinha.

Para piorar, está rolando a maior treta entre Carlos e o filho de Gretchen, que usou as redes sociais para rebater as declarações do idealizador da peça. Segundo Thammy, a peça não foi cancelada pela demanda de público, mas sim pelo fato de a equipe não ter sido remunerada. Além disso, ela alerta que irá processar Verahnnay.

Veja o que Thammy escreveu nas redes sociais:

“Venho eu aqui falar com vocês porque artista sempre faz vídeo para divulgar coisas e falar do seu trabalho. Então, nada mais do que nossa obrigação quando dá algo errado a gente dar uma satisfação ao público. Como todo mundo sabe eu comecei a fazer uma peça que chamava Trans. A gente foi convidado pelo Carlos Verahnnay para fazer essa peça no Rio de Janeiro. E várias coisas foram acordadas no começo que depois que a peça estreou nada aconteceu como foi combinado. Começou com falta de pagamentos, várias mentiras, a gente foi fazer uma participação na Mostra de Tiradentes e falou que seria de graça e depois descobriu que ele ganhou 6 mil reais com a apresentação da peça”, explicou.

“Não foi isso. Foi falta de caráter do Carlos Verahnnay. Peço minhas sinceras desculpas por não poder concluir esse trabalho. Faria de graça se a minha equipe estivesse recebendo. Vai ser tudo comprovado na justiça”, disse o ator.

Em um post em sua conta no Instagram, Carlos Verahnnay se defendeu das acusações de Thammy. “A quem possa interessar, algumas poucas pessoas da equipe não receberam porque o patrocínio da Velox 10 JAMAIS foi repassado para mim. E a peça foi ‘abortada’ por duas pessoas que gostam de confusão e fazem grupos. Quem é de teatro sabe que as porcentagens podem ser pagas até o fim da temporada. Ainda mais não dando público. Os técnicos que não estão dentro desta porcentagem receberam com o mísero borderô que deu nas duas primeiras semanas. A verdade virá e não farei vídeo, pois não sou celebridade. (Estou) apenas me defendendo de acusações mentirosas e de pessoas que faltam a espetáculos não tendo o menor compromisso e ainda vem dizer que está preocupada(o) com a equipe? Ok, ficarei eu fazendo teatro, pois amo o que faço e sou formado há anos”, escreveu ele.

Ao site Na Telinha, Carlos Verahnnay disse que Thammy Miranda ficou com todo o patrocínio da peça e não de um centavo sequer a ele. “todo mundo era para ter sido pago. Eu não paguei ninguém, fiquei esperando o borderô” . O diretor não entende porque o valor recebido do patrocinador não chegou até ele, já que é o detentor de tudo: “Tudo é meu da peça. Eles deixaram a peça. Falta de caráter é a dele, que pegou um patrocínio e não me passou um centavo”.

À mesma publicação, ela negou as acusações do diretor. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Né, gente? Com outras palavras, ela foi chamada de caloteira.

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