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Polícia tem suspeitos do desaparecimento da menina Yasmin

Existem suspeitos pelo desaparecimento da menina Yasmin Lorena, de 12 anos, afirma a Polícia Civil que mantém anonimato da quantidade de pessoas e dos nomes para não atrapalhar as investigações. O sumiço dela completa uma semana nesta quarta-feira, 4.

Sem saber o paradeiro de Yasmin, familiares e amigos dela seguem aflitos. As informações chegam pelo Disque Denúncia da Secretaria de Segurança, mas a cada dia são mais desencontradas.

No meio deste quebra-cabeça, a Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (Decap) e a Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente (DCA) seguem juntando as peças. Até o momento 10 pessoas já foram ouvidas formalmente e outras informalmente segundo informações da Polícia Civil.

O desaparecimento da garota foi o 31º caso registrado pela Decap no primeiro trimestre deste ano. A DCA segue interrogando moradores da comunidade da África, no bairro da Redinha, zona Norte de Natal.

Os pais da garota também foram ouvidos, mas até o momento tudo relacionado ao caso segue em absoluto silêncio para ajudar as investigações.

O caso

Segundo os familiares, Yasmin desapareceu no começo da tarde da quarta-feira passada na Comunidade da África, onde reside com a família. No dia do desaparecimento, chovia muito no local e, por volta das 13h, sua mãe pediu para que ela fosse pagar um detergente de louça, o qual sua mãe havia comprado para pagar depois. A criança teria saído de casa para fazer o pagamento de R$ 2, mas não chegou ao seu destino. Os familiares deram conta da demora, chegando a conferir se ela havia pego alguma roupa ou objetos que indicassem a ida a outro lugar.

Depois de algumas horas foi iniciada uma busca pela vizinhança para saber o destino da criança. A Polícia Civil foi acionada e as investigações começaram. Houve, inclusive, a chegada de falsas informações sobre o paradeiro da menina.

Afirmaram que o corpo de uma garota com as mesmas características teria sido encontrado sem vida as margens do Rio Potengi, outros afirmavam que familiares de Yasmin teriam envolvimento com o crime dentre outras.

Mediante divulgação de boatos, a polícia se posicionou informando por meio de sua assessoria que “nenhuma das informações era verdadeira. E que os policiais da DCA já tinham algumas linhas de investigação, mas que não seriam divulgadas para não atrapalhar os trabalhos”.

Enquanto isso, os moradores da comunidade fizeram dois bloqueios no acesso à Ponte Newton Navarro cobrando respostas e celeridade no caso. A população carregava cartazes e faixas com imagens de Yasmin. O protesto deixou o trânsito interrompido.

Quem tiver qualquer informação a respeito do paradeiro de Yasmin Lorena pode entrar em contato com familiares através do número (84) 98725-7577, ou pelo Disk Denúncia da Polícia Civil, de número 181. A identidade da pessoa que se dispuser a dar informações será preservada.

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