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28/01/2016

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Walfredo Gurgel tenta reduzir superlotação com ações para emergência

Por universomoda

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Hospital enfrenta problemas de superlotação (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)

Hospital enfrenta problemas de superlotação (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)

O Hospital Walfredo Gurgel passa por adaptações nas áreas de gestão e capacitação como forma de diminuir o impacto da superlotação, na maior unidade de saúde do estado. As ações fazem parte do Programa SOS Emergência, do Ministério da Saúde, do qual o hospital faz parte desde 2012.

O programa do governo federal visa o enfrentamento das principais necessidades dos hospitais inseridos nas ações. As principais são a melhoria da gestão, a qualificação e a ampliação do acesso aos usuários em situações de urgência.

No RN, o Walfredo é o único hospital escolhido pelo Ministério da Saúde para participar do programa. Além das capacitações e treinamentos feitos com gestores, o hospital recebe uma quantia mensal no valor de R$ 300 mil, destinados para reforma, ampliação e manutenção da unidade de saúde.

No entanto, um dos principais fatores que impedem a melhor implementação do programa é o alto número de atendimento que vem gerando superlotação. Somente em 2015, foram registrados 85.911 atendimentos.

De acordo com a diretora geral do hospital, Maria de Fátima Pereira, essa é a principal ameaça para a manutenção do programa, uma vez que um dos pré-requisitos do Ministério da Saúde é que os hospitais que participam do programa não tenham pacientes nos corredores.

A diretora diz que o principal causa da superlotação no hospital é o alto fluxo de pacientes vindos do interior do estado. Segundo ela, 70% dos pacientes que chegam ao Walfredo são do interior.

“É notório que as unidades de saúde e hospitais do interior precisam ser melhor assistidos. Além disso há uma cultura de que todo paciente tem que vir para o Walfredo”, observa ela.

Diretora fala sobre programa que visa reduzir o número de pacientes nos corredores (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)

Diretora fala sobre programa que visa reduzir o número de pacientes nos corredores (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)

Ainda de acordo com a gestora da unidade hospitalar, a maioria dos pacientes que dão entrada atualmente no hospital são aqueles que não estão enquadrados nos quesitos de alta gravidade.

“Isso dificulta o atendimento. Enquanto o médico está ali atendendo um paciente que poderia ser atendido em outra unidade ou em um pronto atendimento, um paciente mais grave fica esperando”, diz ela.

Funcionamento

O S.O.S Emergências funciona articulado com os demais serviços de urgência e emergência que compõem a Rede Saúde, coordenada pelo Ministério da Saúde e executada pelos gestores estaduais e municipais. As unidades hospitalares devem estar articuladas com o SAMU 192, UPAS 24 horas, Salas de Estabilização, serviços da Atenção Básica e Melhor em Casa.

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