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DEMOROU, MAS CHEGOU

Após 39 anos, homem é preso por assassinato cometido em Natal

João Maria de Almeida Bezerra é condenado a 12 anos de prisão e estava foragido no RJ

Por Redação*

28 de junho de 2019 | 17:00

Foto: Reprodução

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), conseguiu localizar o autor de um assassinato cometido em 1980 que estava foragido da Justiça. João Maria de Almeida Bezerra, de 58 anos, foi preso em uma ação conjunta com o Ministério Público do Rio de Janeiro. Ele é condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato de João Zito da Cunha, crime cometido em Natal.

João Maria de Almeida Bezerra e dois irmãos dele, segundo apurou a polícia potiguar na época do crime, mataram João Zito com socos e chutes após uma discussão na saída de um bar na Praia do Meio. Os três irmãos foram presos em flagrante, mas fugiram anos depois se aproveitando de uma licença para passar o feriado da Semana Santa em casa. Desde então, os três estavam foragidos.

O Gaeco/MPRN, através de um trabalho investigativo realizado pelo Projeto Memória, localizou João Maria na cidade do Rio de Janeiro. O MPRN enviou ao MPRJ o mandado de prisão expedido contra o autor do assassinato e ele foi detido. A Guia de Execução Penal Definitiva de João Maria será encaminhada à Justiça do Rio de janeiro, onde dele deverá cumprir a pena a qual foi condenado.

Contatos

A população pode colaborar com o MPRN na localização de criminosos. Para isso, o MPRN oferece um canal direto para denúncias de crimes em geral, o Disque Denúncia 127. A identidade da fonte será preservada.

Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por WhatsApp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para denuncia@mprn.mp.br. Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No WhatsApp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.

*Com informações do Ministério Público do Rio Grande do Norte

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