Esportes

DOSE DUPLA

Brasil emplaca duas dobradinhas no Mundial de Atletismo Paralímpico

No masculino vieram medalhas nos 100m T11, e no feminino nos 200m T11

Por Claudia Soares Rodrigues / TV Brasil / Agência Brasil

13 de novembro de 2019 | 14:51

Paratletas brasileiros. Crédito: Saulo Cruz/Exemplus/CPB

A primeira dobradinha brasileira hoje (13) no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai (Emirados Árabes) foi protagonizada pelo veterano Lucas Prado, nos 100m T11 (deficiências visuais) com direito a quebra de recorde na competição: ele completou o percurso em 10s95. O carioca Felipe Gomez foi bronze, ao cruzar a linha de chegada em 11s04, apenas um centésimo a mais que o francês Timothee Adolphe (11s03), que ficou com a prata.

Também teve dupla verde e amarela no pódio dos 200m T11 para mulheres. A potiguar Thalita Vitoria Simplício da Silva deixou escapar o segundo ouro dela no Mundial. A atleta conquistou a prata ao completar o trajeto com três centésimos a mais que a chinesa Cuiqing Liu (24s89), que levou o ouro. A goiana Lorena Salvatini Spoladore (25s62) chegou em terceiro lugar e faturou o bronze, o segundo dela na competição. A disputa contou ainda com a participação da brasileira Jerusa Geber, quarta colocada.

No final desta manhã, a baiana Táscitha Cruz garantiu o bronze na prova dos 100m T37 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral) ao cruzar a linha de chega na terceira posição, com o tempo de (14s38). A vencedora foi a chinesa Yiting Shi (13s62) e a prata ficou com a argentina Yanina Andrea Martinez (14s02).

As próximas disputas com brasileiros acontecem a partir 13h15 (horario de Brasilia): Vítor de Jesus e Christian da Costas fazem a final dos 200m T37; Fernanda Yara disputa a final dos 200m T47 (deficiências membros superiores); Vinícius Rodrigues disputa a prova dos 100m T63 (amputados de membros inferiores com prótese).

Com as sete medalhas conquistadas até o momento, o Brasil permanece na vice-liderança na classificação geral, com um total de 31 (11 ouros, sete pratas, 13 bronzes). A China lidera com 46 medalhas e a Ucrânia ocupa a terceira posição com 19.

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