Geral

RESSOCIALIZAÇÃO E PREVENÇÃO

Em ação de saúde, presas do Complexo João Chaves recebem atendimento médico

Trabalho foi desenvolvido pela SMS em parceria com a UFRN

Por Redação

18 de julho de 2019 | 17:19

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) promoveu, nesta quarta (17) e quinta-feira (18), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ações de saúde no Pavilhão Feminino do Complexo Penal Dr. João Chaves. A ação tem como objetivo atingir todas as presidiárias do Pavilhão Feminino do Complexo Penal Dr. João Chaves – cerca de 120 mulheres.

“O intuito é cuidar da saúde destas mulheres, adaptar nosso atendimento dentro um processo de ressocialização e fazer o diagnóstico precoce do câncer do útero bem como a realização dos testes rápidos para conferir como está a saúde de cada uma. É notável um nível grande de aprovação, elas conversam bastante sobre saúde e prevenção e saem aparentemente bem satisfeitas”, explicou Lucélia Herculano dos Santos, responsável pela atenção básica do Distrito Sanitário Norte II.

Ainda segundo Lucélia Herculano dos Santos, o Distrito Sanitário Norte II cumpre esse papel de fazer o preventivo dessas mulheres privadas de liberdade duas vezes por ano, também são feitas algumas ações com testes, mas essa foi a primeira vez que a ação aconteceu em parceria com a UFRN.

A parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte surgiu a partir da tese de dissertação de mestrado do enfermeiro Anderson Brito. “Junto com a SMS e com o pessoal do Distrito Sanitário II nós sentimos a necessidade de fazer essa intervenção. Para iniciar os trabalhos, hoje cedo tivemos uma palestra em formato de conversa com os graduandos, pós-graduandos e as mulheres que estão sendo atendidas. lá inserimos todos os assuntos sobre prevenção e saúde, esclarecendo dúvida relacionadas à nossa ação. Desde este momento inicial foi notório a satisfação delas com a nossa visita”, destacou Anderson.

A agente de segurança prisional, Celine Lima, trabalha no Pavilhão Feminino do Complexo Penal Dr. João Chaves há quase dois anos e concorda que ações assim são relevantes. “Atualmente, temos três internas que foram detectadas com AIDS graças à uma ação como esta que foi realizada pela Secretaria Municipal de Saúde. Com isso, foi possível oferecer o tratamento adequado para a estas internas”, explicou.

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