Economia

Exportação de balas no RN cresceu 47% em relação a 2011

Por turismonoar

28 de janeiro de 2014 | 15:46

O segmento de confeitaria do Rio Grande do Norte fechou 2013 com bons números e a perspectiva é de crescimento. Segundo o coordenador de Desenvolvimento Comercial da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Otomar Júnior, no ano passado foram exportados US$ 18,7 milhões, 11% a mais do que em 2012, que chegou aos US$ 16,8 milhões.

“O setor fica em terceiro lugar em relação a exportação, perdendo apenas para o melão e para castanha. E é uma exportação que gera valor agregado, por ser um produto industrial, todo produzido no Rio Grande do Norte”,  explicou Otomar. Em relação a 2011, houve um crescimento de 47%.

A maioria dos doces produzidos no RN é exportado para os Estados Unidos (Foto: Alberto Leandro)

A maioria dos doces produzidos no RN é exportado para os Estados Unidos (Foto: Alberto Leandro)

O coordenador da Sedec contou que a maioria das balas, pirulitos e chicletes que são produzidos no estado são exportados, tendo seu principal cliente o mercado norte-americano. O negócio deve-se há um contrato antigo entre fábricas dos Estados Unidos e do estado.

Com números positivos, Otomar Júnior listou a importância desse setor para economia potiguar e alertou para a necessidade de mais empresas do segmento, que consequentemente, aumentaria o leque exportação para outros países.

“As empresas geram emprego direto e há a demanda para os empregos indiretos, produzindo uma escala de negócio efetiva. Dessa forma, outras empresas do segmento podem ver que no RN há uma capacidade de exportação e de preço competitivo, podendo ser atraídas para aqui se instalarem”, e completou, “formando uma cadeia produtiva mais efetiva”.

Para atrair essas empresas, a Sedec conta com ações constantes e com parceria com instituições, como a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e sindicatos. Otomar exemplificou com a participação na I Feira Potiguar da Indústria, “houve a divulgação, promoção em conjunto para captar investimentos”.

“A crise fez que os investimentos fossem reduzidos. Mas o efeito está sendo receptivo, o empresário conhece o gestor e vê credibilidade, e estamos atraindo mais empresas. Dá para ser competitivo estando no Rio Grande do Norte”, garantiu.

Em 2014, Otomar acredita que a boa maré irá continuar, pois o segmento continua em crescimento. “A expectativa é que bate o recorde dos US$ 22 milhões, o que é muito para o estado e para a capacidade da fábrica”, encerrou.

RECOMENDAMOS

ESTIMATIVA

Onyx: Projeção de crescimento de 2% da economia é real

MENOS MATA

Desmatamento da Amazônia sobe 29,5% no ano

10 ANOS DEPOIS

Natal: Prefeitura deverá concluir parque em Capim Macio

EMPREENDEDORISMO

Feira oferecerá oportunidade de negócios com franquias

CONQUISTA SUSTENTÁVEL

Alunos do Sesi ganham ouro na Olimpíada do Futuro

CRISE NA BOLÍVIA

Sem acordo, Bolívia pode ter eleições por decreto

APOIO À DIVERSIDADE

Natal divulga projetos LGBTQI+ selecionados em edital

PLANO DIRETOR NO AR

Natal:Câmara debate macrozoneamento e ocupação do solo

comentários