Economia

PLANO DIRETOR NO AR

FIERN defende segurança jurídica e regras claras no Plano Diretor de Natal

São requisitos para resgatar competitividade na cidade

Por Redação

16 de outubro de 2019 | 17:31

DDiretor primeiro tesoureiro da FIERN, Roberto Serquiz, em audiência sobre o Plano Diretor na Câmara Municipal de Natal. Foto: Marcelo Barroso/CMNAT

Ao participar de uma audiência pública na Câmara Municipal, nesta quarta-feira (16) sobre a revisão Plano Diretor de Natal, o diretor primeiro tesoureiro da FIERN, Roberto Serquiz, destacou que os empresários precisam de segurança jurídica e regras claras.

“O Plano Diretor e a regulamentação das Zonas de Proteção Ambiental, se tiverem clareza e segurança, podem resgatar as condições de competitividade na cidade”, disse Roberto Serquiz. Com isso, acrescentou que o econômico pode se conectar com A sustentabilidade para garantir qualidade de vida ao cidadão. “Percebemos como a população migrou para os municípios vizinhos. Isso teve implicações. As maiores escolas e os principais hospitais estão em Natal, Então, isso teve consequências”, comentou o diretor da FIERN.

Ele afirmou também que, ao perceber a importância do debate sobre a revisão do Plano Diretor de Natal, a Federação das Indústrias tem participado ativamente das discussões, contribuído com sugestões nesse processo que está em andamento para atualizar a legislação. Para ele, audiências públicas como a realizada nesta quarta-feira possibilita que sejam considerados os aspectos técnicos e políticos, sem que em um se sobreponha indevidamente ao outro.

Roberto Serquiz propôs um debate com equilíbrio e serenidade. “É um momento de unir forças. O documento vigente que define a política de desenvolvimento e de expansão urbana, há 12 anos sem revisão, colocou Natal em dificuldades do ponto de vista da competitividade. Por causa disso, milhares de natalense foram morar em outros municípios, o que gerou sacrifícios na qualidade de vida, perdendo um tempo valioso no trânsito para o trabalho e ficando longe de serviços essenciais. Precisamos resgatar as condições de sustentabilidade, para que o econômico possa interagir efetivamente com o social e o ambiental”, ressaltou.

A audiência pública foi proposta pelo vereador Sueldo Medeiros (PHS). Ele sugeriu a discussão com foco nas Zonas de Proteção Ambiental da Zona Norte. “Acredito que temos condições de iniciarmos a apreciação do Plano pelas ZPAs, preferencialmente a oito e a nove, que ficam na Zona Norte da cidade. A própria tramitação do Plano Diretor, na Câmara, vai exigir uma metodologia, razão pela qual já faço essa proposta: começar com esse assunto. Assim aplicaremos grande parte da nossa energia e atenção num dos pontos que julgo mais importantes no processo”, defendeu Sueldo Medeiros.

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