Cultura

CINEMA

Governo Federal nomeia filme para concorrer ao Oscar

Ministro da Cidadania assinou portaria que seleciona 'A Vida Invisível de Eurídice Gusmão' para a vaga

Por Redação

18 de setembro de 2019 | 09:31

Foto: Reprodução/RT Features

A edição desta quarta-feira, 18, do Diário Oficial da União traz a Portaria nº 1.758, de 16 de setembro, do Ministério da Cidadania. Assinada pelo ministro da pasta, Osmar Terra, o texto se trata da nomeação do filme A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, dirigido por Karim Aïmouz, para concorrer a uma indicação de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2020.

Com a definição, o filme brasileiro passará por uma segunda seleção junto a outros filmes estrangeiros, na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas — responsável pela realização do Prêmio da Academia, popularmente conhecido como Oscar. Caso seja selecionado pelos membros da Academia, aí sim poderá concorrer a uma estatueta.

De acordo com a Portaria, a seleção do longa-metragem foi feita por especialistas indicados pela Academia Brasileira de Cinema: Amir Labaki, Anna Luiza Machado da Silva Muylaert (Anna Muylaert), David Ribeiro Schurmann (David Schurmann), Ilda Maria Santiago Ribeiro (Ilda Santiago), Mikael Faleiros de Albuquerque (Mikael de Albuquerque), Jussara Nunes da Silveira (Sara Silveira), Vania Beatriz Lima Catani (Vania Catani), Walter Carvalho e Silva (Walter Carvalho) e José Viana de Oliveira Paula (Zelito Viana).

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão disputou com outros 11 filmes. Foram concorrentes A Voz do Silêncio, de André Ristum; A Última Abolição, de Alice Gomes; Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles; Bio, de Carlos Gerbase; Chorar de Rir, de Toniko Melo; Espero tua (Re)volta, de Eliza Capai; Humberto Mauro, de André Di Mauro; Legalidade, de Zeca Brito; Los Silencios, de Beatriz Seigner; Simonal, de Leonardo Domingues; e Sócrates, de Alex Moratto.

O filme

Contemplado com o prêmio “Um certo olhar”, do Festival de Cinema de Cannes, A Vida Invisível é ambientado na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, nos anos 1940 e 1950, e conta a história de duas mulheres: as irmãs Eurídice, interpretado pela atriz Carol Duarte, e Guida, personagem vivido por Julia Stockler. Com sonhos diferentes para suas vidas, enfrentam todo tipo de dificuldades impostas às mulheres naquela época. O longa-metragem é baseado no romance do mesmo nome, da escritora pernambucana Martha Batalha.

O filme foi produzido por Rodrigo Texeira, conhecido pela realização de filmes internacionalmente consagrados, como A Bruxa e Me Chame Pelo Seu Nome (que ganhou Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2018).

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