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TRÂNSITO

Inspetor-chefe da STTU responde internautas em entrevista à TV NO AR

Carlos Eugênio falou sobre trabalho de fiscalização na capital e tirou dúvidas

Por Redação

14 de março de 2019 | 15:31

Carlos Eugênio com a jornalista Ilana Albuquerque (Foto: Reprodução/TV NO AR)

O inspetor-chefe da Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), Carlos Eugênio, concedeu entrevista à TV NO AR nesta quinta-feira, 14. O agente de fiscalização no trânsito respondeu algumas das perguntas que internautas enviaram pelas redes sociais, inclusive através do WhatsApp 99126-8086. Confira a transcrição dos principais trechos da entrevista:

[Pergunta de Júlia Azevedo] – Por que não vemos ‘amarelinhos” (agentes) multando e impedindo a carga e descarga de grandes caminhões nas ruas do alecrim, em horário comercial? Isso não é proibido?

[Carlos Eugênio] – É proibido. Na Avenida Presidente Quaresma, temos um índice elevado de autuações por caminhões fazendo carga e descarga em fila dupla.

[Ilana Albuquerque, apresentadora] – Se não me engano existe uma lei aprovada, de autoria do ex-vereador Júlio Protásio, que proíbe inclusive o tráfego de grandes caminhões na cidade. Essa lei está em vigor? Existe fiscalização?

[Carlos Eugênio] Tá em vigor. Existe proibição de 7 às 9h e de 17h às 19h em várias áreas. Mas tem caminhão que chega de madrugada, em horário permitido, e estaciona.

[Pergunta de Roberta Vasques] – Não seria indústria de multa a prática de amarelinhos “se esconderem” diariamente em certos pontos da cidade para aplicarem multas no contra fluxo de ônibus na subida do Baldo para o Alecrim?

[Carlos Eugênio] – O agente não tá escondido. Ele está, muitas vezes, na calçada daquele sindicato (dos Rodoviários), resguardado na sombra.

[Pergunta de Rodrigo Lima] – Por que não transformar, em horários determinados, vias como a Prudente de Morais e Hermes da Fonseca/Salgado Filho em um binário para que o trânsito escoe?

[Carlos Eugênio] – Não tem como fazer. A BR-101 não tem nenhum semáforo de Emaús até o Viaduto do Quarto Centenário, onde entra a jurisdição do Município. Os veículos que estão vindo do sentido Parnamirim chegam ao Viaduto do Quarto Centenário em três faixas, quando chegam lá ficam em duas. Onde vou abrir para alimentar todos esses veículos ao mesmo tempo? A secretaria estuda um binário para a São José e Jaguarari, vias paralelas, de fluxo grande e que permitem entrar e sair com facilidade. Mas ainda não há previsão.

[Rodrigo] – A transformação das transversais em binários foi péssima. A secretaria tem números para contestar essa impressão do nosso leitor?

[Carlos Eugênio] – Só elogio, tanto de comerciantes quanto de morador.

[Ilana Albuquerque, apresentadora] – E sobre as rotatórias? Elas se multiplicaram pela cidade, mas parece que o natalense ainda não está bem orientado sobre o correto funcionamento delas.

[Carlos Eugênio] – Ela dá uma fluidez maior. Basta respeitar de quem é a vez, que é de quem estar dentro da rotatória. Os outros têm de ficar parados. Se avançar, vai ter colisão.

[Adailton Andrade] – Passo todos os dias pela Rua Amaro Barreto em direção a Avenida Mário Negócio, onde foi instalada uma rotatória, de grande utilidade. No entanto, uma oficina de carros bem na rotatória costuma estacionar ambulâncias bem na marcação da rotatória dificultando a visão dos motoristas que vão no sentido Amaro Barreto / Mário Negócio. O que a STTU pode fazer a respeito?

[Carlos Eugênio] – Não fica dentro da rotatória. É um recuo que ficou e a oficina, que não tem espaço suficiente, coloca os carros na rua. Mas vamos lá para ver como resolver.

[Ilana Albuquerque] – Sobre o Cruzamento da Rua Mossoró com a Avenida Campo Sales, também em Petrópolis, onde os acidentes são diários, como já noticiamos no PORTAL NO AR. Como resolver?

[Carlos Eugênio] – A via tá toda sinalizada com placa de ‘Pare’. A Campos Sales deve parar. Atenção a isso.

[Pergunta de George]: Sobre a Praça de Táxi que transformou o canteiro entre a Drogasil e a Fogo e Chama, em Ponta Negra, em um estacionamento, onde foi até montado um toldo. Estacionar em canteiro não seria proibido para todos?

[Carlos Eugênio] – Os táxis estão sendo notificados. Já houve várias demandas ali, e os agentes vão lá.

[Willian Wallace] – Sobre os agentes que a Justiça já pediu que voltassem aos órgãos de origem, se referindo aos servidores não concursados para a função de agente de trânsito? Como está a questão e alguma novidade sobre concurso para esse cargo?

[Carlos Eugênio] – Temos 280 agentes. Para a cidade de Natal isso é muito pouco. Temos que ter de 500 a 600. Com a saída desses agentes fica ainda mais complicado.

Veja na íntegra

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