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INVESTIGAÇÃO DA ORIGEM

Marinha diz que extensão de manchas de óleo é ‘ocorrência inédita’ no Brasil. Veja nota

Força Armada ainda destacou que utilizou 1.583 militares

Por Redação

9 de outubro de 2019 | 07:57

Foto: Adriana Costa/Cedida

A Marinha do Brasil divulgou nota nessa terça-feira (8) sobre as ações desenvolvidas na investigação do aparecimento das manchas de óleo no litoral de todos os estados do Nordeste. Os resíduos começaram a aparecer no início de setembro.

No texto, a Marinha considerou que o aparecimento do petróleo cru no litoral nordestino é uma “ocorrência inédita”. A Força Armada ainda destacou que utilizou 1.583 militares, cinco navios, uma aeronave, além de embarcações e viaturas em uma série de ações.

Confira a nota na íntegra:

A Marinha do Brasil informa que desde o início do aparecimento das manchas, no dia 2 de setembro, foram realizadas as seguintes ações:

• inspeções ao longo do litoral da região Nordeste;
• divulgação de Aviso aos Navegantes, solicitando a informação tempestiva da identificação de poluição hídrica por navios em trânsito nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), visando à obtenção de dados para análise das possíveis origens da poluição por óleo cru no Nordeste;
• realização de Patrulha Naval por navios da Marinha do Brasil, com ênfase nas áreas Marítimas de ocorrência de poluição mais recentes, nos litorais de Sergipe e norte da Bahia; e 
• continuidade das análises das informações do tráfego mercante na região, com o
monitoramento dos navios que passaram pelas Águas Jurisdicionais Brasileiras.

Nessas ações, a Marinha contabiliza o emprego de 1583 militares, cinco navios, uma aeronave, além de embarcações e viaturas pertencentes às diversas Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências, sediadas ao longo do litoral nordestino.

A análise de todo o material coletado pela Marinha está sendo realizada pelo setor de Geoquímica Ambiental do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, que apresentou resultados indicando perfis químicos compatíveis com petróleo cru.

Para a elucidação dessa ocorrência inédita, que atinge grande parte do nosso litoral, a Diretoria de Portos e Costas conduz um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN). Nesse processo, são analisados os dados do tráfego marítimo na área, as informações de patrulha de navios e aeronaves da MB, simulações computacionais sobre as influências de corrente no Atlântico Sul e análise dos perfis químicos dos resíduos coletados.

Todas as medidas estão sendo adotadas em coordenação com o IBAMA, ICMBio, Polícia Federal, ANP, Petrobras, Força Aérea Brasileira, assim como, com diversas entidades governamentais e privadas dos estados e municípios afetados.

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