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SAÚDE

Mudança no atendimento elimina macas dos corredores do Walfredo

Hospital deixou de receber pacientes com problemas vasculares

Por Redação

1 de março de 2019 | 15:53

Corredor do Hospital Walfredo Gurgel - Divulgação

A diretoria do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, maior hospital de urgência e emergência do estado, informou que os corredores do Pronto Socorro Clóvis Sarinho na unidade não estão mais lotados de pacientes internados. A conquista teria sido possível devido a um novo fluxo de atendimento implantado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública – SESAP, após a transferência da linha de cuidado dos pacientes da especialidade de cirurgia vascular para o Hospital Ruy Pereira, referência estadual para esta assistência, no início do mês passado.

Segundo o hospital, mesta sexta-feira (1) que antecipa o período de carnaval, as áreas de circulação do Clóvis Sarinho estão totalmente livres de macas e pacientes indevidamente acomodados. “Esta é uma vitória que gostaríamos de poder estar comemorando há mais tempo. Contudo, somente agora, com a transferência da linha de cuidado dos pacientes da cirurgia vascular para o Ruy Pereira, este sonho se torna realidade. O que muito nos anima, pois já sentimos uma grande diferença na qualidade do cuidado prestado ao nosso paciente”, afirma a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro.

A mudança na qualidade da assistência citada pela diretora foi sentida mais na semana passada, quando uma vítima de acidente de trânsito com estado grave de saúde deu entrada no PSCS, foi avaliado por diferentes especialidades, passou por exames e teve sua cirurgia iniciada em apenas 50 minutos. Para o ortopedista que cuidou do caso, Rodrigo Cabral, este é um alto padrão de atendimento, raramente visto mesmo na rede privada de saúde.

“Este é o nível de atendimento que o Walfredo Gurgel merece manter. Este é o nosso perfil: a assistência ao politraumatizado com agilidade e qualidade que sempre foi nossa principal missão”, comemora. “Nossa atual meta é permanecer com os corredores livres, internando apenas nas enfermarias e qualificando ainda mais a atenção ao doente politraumatizado, razão de existir deste hospital, como a população de nosso estado merece”, finaliza.

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