Economia

FISCO PRESENTE

Operação apreende R$ 1,3 milhão em mercadorias irregulares no RN

Barreiras foram montadas nas rodovias e trechos de divisa com a Paraíba

Por Redação

9 de abril de 2019 | 15:13

Operação Fisco Presente. Foto: Divulgação

Um operação da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn) e Polícia Militar apreendeu durante a manhã desta terça-feira (9) mercadorias irregulares avaliadas em R$ 1,3 milhão. As barreiras da Operação Fisco Presente mente nforam montadas principalas regiões de fronteiras do Rio Grande do Norte com a Paraíba e nas rodovias com maior fluxo de transporte de cargas.

Dez dos trechos mais trafegados de rodovias da Região Metropolitana de Natal e de cidades que fazem fronteira do estado com a Paraíba continuam sendo alvo da ação que é simultânea e itinerante, visando prevenir e combater o trânsito de mercadorias sem nota fiscal e outras irregularidades.

Em Natal, a blitz foi realizada na Ceasa, onde as equipes verificaram a documentação dos veículos e das cargas comercializadas. Também foram instaladas barreiras em São Gonçalo do Amarante e Monte Alegre nos postos da PRF e PRE dos respectivos municípios, além de ações volantes em várias cidades da Grande Natal, como São José de Mipibu, e região Agreste.

No entanto, os alvos principais da Operação Fisco Presente foram também as regiões de divisa do estado com a Paraíba, por onde entra grande parte dos insumos que abastecem o mercado potiguar. Os órgãos envolvidos montaram pontos de fiscalização na BR 101, na altura do Posto Fiscal de Caraú, em Canguaretama, no Posto da Polícia Militar da cidade de Passa e Fica, na entrada de Nova Cruz.

Essa é a quarta operação de fiscalização itinerante que a Secretaria de Tributação realiza no ano para combater a sonegação fiscal e recuperar a capacidade de investimentos do estado. Estima-se que 10% do que o RN arrecada com ICMS todo mês seja sonegado, o que gera uma concorrência injusta para com os contribuintes que cumprem regularmente as obrigações fiscais.

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