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INVESTIGAÇÃO

Polícia procura ‘Comendador’ e ‘Bomba’, suspeitos de homicídio em Natal

Dupla é suspeita de participar da morte de "Pequeno", em Neópolis

Por Redação

30 de abril de 2019 | 15:26

A Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) em Natal pede ajuda da população para que envie informações anônimas que possam ajudar a localizar Tiago Vinícius Silva, conhecido como “Comendador, Playboy ou Tyago Portugal” e Jefferson Cleyton Fernandes, conhecido como “Bomba ou Raposo”. Ambos foram indiciados pela DHPP suspeitos de participarem do homicídio de Ranieri Pablo da Silva Azevedo, conhecido como “Pequeno”. O crime aconteceu no dia 4 de agosto de 2018, no bairro de Neópolis, próximo a dois condomínios da Zona Sul de Natal. O homicídio de Ranieri resultou na deflagração da Operação Clowns, que conseguiu identificar todos os suspeitos pelo crime.

As investigações revelaram que, na ocasião do crime, 13 pessoas “convocaram” a vítima para um “julgamento” feito por eles, que resultou na decisão de matar Ranieri Pablo. A vítima foi executada sumariamente, após ter sido arrastada à força para dentro de um veículo Fox de cor preta, de onde foi jogada e alvejada por disparos de arma de fogo.

Ao todo, treze pessoas participaram do homicídio, sendo dois adolescentes e onze adultos. Dos treze suspeitos, sete adultos foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, restando apenas dois foragidos: Tiago Vinícius Silva, “Comendador, Playboy ou Tyago Portugal” e Jefferson Cleyton Fernandes, “Bomba ou Raposo”. Um dos suspeitos, Elimarcos, conhecido como “Juninho Lobão,” foi morto em confronto com a polícia, logo depois do crime. Em relação ao outro envolvido, Mikael Diego, foram aplicadas pela Justiça medidas cautelares diversas da prisão.

Todas as 13 pessoas que participaram do homicídio de Ranieri Pablo, que resultou na Operação Clowns, foram identificadas. O nome da operação (“Clowns”, palhaço em inglês) é alusiva a um dos símbolos de uma facção, pois os indiciados também são suspeitos de integrarem uma facção criminosa e executaram a vítima seguindo os trâmites do seu “estatuto”.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

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