Geral

NA SAPUCAÍ

Sete escolas de samba do Rio desfilam na primeira noite

Outras sete desfilam na noite desta segunda-feira (4)

Por Vitor Abdala/Agência Brasil

4 de março de 2019 | 07:39

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Sete agremiações abriram na noite deste domingo (3) a primeira noite das escolas de samba do grupo especial do carnaval carioca. A abertura ficou a cargo da Império Serrano, tradicional escola de Madureira, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.

Com nove títulos no currículo, sendo o último deles em 1982, a verde e branco de Madureira levou para a avenida um enredo sobre os mistérios da vida. Como samba-enredo, em vez de apresentar uma composição original, a agremiação decidiu apostar na música “O que é? O que é?”, de Gonzaguinha.

Em seguida, a Marquês de Sapucaí abriu espaço para a Unidos do Viradouro, escola de Niterói que tem um título (1997). A vermelho e branco entrou na avenida com um enredo sobre a imaginação e histórias infantis.

A terceira escola a desfilar foi outra de fora da cidade do Rio, a Acadêmicos do Grande Rio. Sem nunca ter sido campeã, a tricolor (verde, vermelho e branco) de Duque de Caxias acumula três vice-campeonatos (2006, 2007 e 2010). Neste ano, o enredo foi sobre educação (ou a falta dela) e maus comportamentos.

Já na madrugada desta segunda-feira (4), quem fez a festa foi a Acadêmicos do Salgueiro. A vermelho e branco da Tijuca, que acumula nove títulos, sendo o último em 2009, homenageou a entidade Xangô, cultuada pelas religiões de matriz africana no Brasil.

A atual campeã, Beija-Flor de Nilópolis, tenta seu décimo quinto título do grupo especial com uma auto-homenagem por seus 70 anos.

Às 2h40 foi a vez da Imperatriz Leopoldinense, a verde e branco de Ramos, que acumula oito títulos, sendo o último em 2001. Neste ano, o enredo falou sobre o dinheiro e sua relação com o ser humano, de uma forma bem-humorada.

A tetracampeã Unidos da Tijuca (1936, 2010, 2012 e 2014) fechou o primeiro dia do grupo especial. O desfile da amarelo e azul da Tijuca foi uma homenagem ao pão, o alimento mais popular do mundo, segundo a agremiação.

São 36 jurados que avaliam as escolas em nove quesitos: mestre-sala e porta-bandeira, bateria, samba-enredo, harmonia, evolução, enredo, alegorias e adereços, fantasias e comissão de frente. Cada quesito recebe uma nota de 9,0 a 10,0, com variações de uma casa decimal (ou seja, notas como 9,1 ou 9,8).

As duas últimas colocadas serão rebaixadas para o grupo de acesso, enquanto a campeã do grupo de acesso desfilará no grupo especial em 2020. As seis primeiras colocadas voltam a desfilar no sábado (9).

Para entender o desfile

Cada escola tem, no mínimo, 65 minutos, e, no máximo, 75 minutos, para desfilar; pelo menos 200 ritmistas na bateria; pelo menos 70 baianas; de cinco a seis alegorias; de dez a 15 pessoas na comissão de frente; máximo de 200 diretores; de 2.500 a 3.500 componentes.

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