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[VIDEO] Advogado Onivaldo Mendonça apresenta propostas para eleição do Quinto Constitucional

Portal No Ar abre espaço para advogados falarem de suas candidaturas

Por Redação

20 de junho de 2019 | 07:12

FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE/TV NO AR

O Portal No Ar está abrindo espaço para os advogados e advogadas à vaga de desembargador no Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte pelo Quinto Constitucional se apresentarem e falarem de suas candidaturas.

No dia 12 de julho, cerca de 5 mil advogados adimplentes com a OAB/RN vão votar para formar uma lista sêxtupla para ser enviada ao pleno do TRT/RN. Até lá, os 23 candidatos se apresentarão na TV No Ar, com espaço para falar do que motiva suas candidaturas e também de suas propostas para conquistar os votos de seus pares.

Cada entrevista terá cinco minutos no total. E para cada candidato, faremos as mesmas três perguntas. Nesta entrevista, a TV No Ar recebe o advogado Onivaldo Mendonça, que concorre com o número 38.

[Portal No Ar] O senhor tem dois minutos para se apresentar e falar de sua experiência na advocacia junto à Justiça do Trabalho.

[Onivaldo Mendonça] Eu me formei na UERN. Sou egresso de escola pública. A universidade que eu me formei é estadual. Me formei em 1991. Logo em seguida, eu fiz dois anos de especialização em Direito Público e em Direito do Trabalho. Em 1993, eu fiz o meu registro na OAB, por meio de uma prova que é conhecida por todos, e comecei a trabalhar em Mossoró. Montei meu escritório lá. E nos primeiros cinco, seis anos, eu comecei como procurador do município de Rodolfo Fernandes, cidade próxima de Mossoró em torno de 120 km. Atualmente, sou procurador do município de Tibau há cerca de cinco anos. Na Justiça do Trabalho mesmo, eu trabalhei em torno de 20 anos. Então, assim, eu tenho de atividade forense, como advogado, em torno de 27 anos. No entanto, eu sempre trabalhei para empresa. Eu advoguei durante esses 27 anos para empresas, defendendo empresas e fui muito bem sucedido. Nós temos dificuldades na Justiça do Trabalho, porque o atendimento não é muito bom. Tanto é que eu me dispus a ser desembargador, porque esse desembargador eleito nessa eleição, daqui a dois anos, ele será o presidente do Tribunal. Portanto, eu me acho capacitado para concorrer essa eleição pelo meu tempo, experiências de cursos e especializações. No demais, eu sou uma pessoa de 58 anos – tenho uma aparência mais avançada, mas tenho 58 anos -, com 27 de profissão e o equilíbrio emocional e energia de 38, por essa razão é o meu número.

[Portal No Ar] Em um minuto, o que o animou a concorrer ao Quinto Constitucional do TRT?

[Onivaldo Mendonça] O que me animou foi o sonho. Quando eu comecei a faculdade, eu tinha um professor muito bem conhecido lá em Mossoró – ele já foi presidente da OAB umas três ou quatro vezes -, ele sempre me dizia, orientava e incentivava para estudar para o Quinto. Na época, eu não sabia o que era o Quinto, mas fui vendo depois. Comecei a trabalhar e a me preparar esse tempo todo.

[Portal No Ar] Para finalizar esta entrevista, o senhor tem dois minutos para apresentar suas propostas aos advogados.

[Onivaldo Mendonça] A minha proposta é, principalmente, atuar na celeridade processual. Nós temos muitas dificuldades na Justiça do Trabalho, porque lá a gente gira um processo muito rápido. Da entrada do processo até a sentença é coisa de, no máximo, 90 dias. Mas nós temos uma dificuldade enorme quando chega na execução. O advogado passa a ter um atendimento terrível, ele dificilmente consegue falar com um juiz, até com um diretor de secretaria, ele tem dificuldade. Manejar um processo na Justiça do Trabalho é tão difícil quanto chegar até ele. O cliente da Justiça do Trabalho tem intenção e a impressão de que ele quando autua na Justiça do Trabalho, quando ele vai pressionar uma empresa na Justiça do Trabalho para receber os seus direitos, ele acha que é coisa rápida e muitas vezes demora cinco, seis anos. Outra coisa importante, para mim, que eu sou vítima, como falei, é a relação jurídica entre advogado e juiz. É importante que se humanize a Justiça do Trabalho. Eu, se eu chegar lá – eu peço a atenção dos colegas advogados e advogas -, eu me comprometo com você, meu colega, para trabalhar para humanizar a Justiça do Trabalho. Atuar e treinar o pessoal – assistente, diretores e técnicos judiciários -, para ter uma assistência melhor ao advogado. O advogado deve ter um tratamento especializado porque ele é um pilar entre o jurisdicionado e a Justiça.

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